
terça-feira, 31 de março de 2009

quarta-feira, 25 de março de 2009
Sergio Britto
LIZA MINELLI
quarta-feira, 18 de março de 2009
VIDARTE
A vida é arte. A arte é vida.
Pense: Para que Deus pudesse construir a vida, somente sendo um artista!
segunda-feira, 16 de março de 2009
AFINIDADES

domingo, 15 de março de 2009
O que estou fazendo???
Não suporto esses emails para te levar a auto ajuda, mas este entrou como uma luva nas correntes das minhas reflexões... VAI!
- reconheça a si mesmo, sua capacidade, seu valor;
- seja comprometido com sua evolução, seu bem-estar, sua harmonia;
- busque conhecer a si mesmo;
- desapegue do outro, da opinião do outro, da admiração do outro;
- desconstrua a crença da perfeição, pois é força antagônica;
- se aceite como você é buscando melhorar sempre;
- saiba claramente o que você quer para si e construa, plante e sustente para a continuidade;
- nutra tudo o que você plantar de bom em seu jardim interno e na vida;
- lembre-se sempre de que a mente "mente";
- observe pensamentos ruins e insistentes, emoções e pensamentos viciosos, que são as "ervas daninhas" que invadem nosso jardim interno;
- seja um jardineiro presente, observador que conhece o jardim que se encontra plantando.
sábado, 14 de março de 2009
sexta-feira, 13 de março de 2009
**P*A*Z**P*A*Z**P*A*Z**P*A*Z**P*A*Z**P*A*Z**P*A*Z**P*A*Z**P*A*Z**P*A*Z

mEu MuNdO

quinta-feira, 12 de março de 2009
O Amor Que Me Cega, Me Incendeia e Me Faz Reafirmar A Minha Existência

quarta-feira, 11 de março de 2009
Eu sei que eu sou bonito e gostoso, cuidado!!! eu sou perigoso

Sou um dínamo. E isso não é tão bom devido ao magnetismo do imã. Atraio também coisas que quero distância. Como é possível existir pessoas ruins? Essas pessoas existem? Meus Deus, elas saíram das novelas mexicanas e vieram para marcar presença. Sabe dessas coisas que se ouvem, tipo inveja, tipo maldade, tipo olho grande, tipo despeito... Isso acontece! É de verdaaaaaadeeeeee... E eu não me engano. Eu sinto essa "respiração" anormal rondando ao meu lado e percebo esses "fantasmas" vivos querendo minha luz. Não posso ser falso em dizer que rezo por elas. Pelo contrário. Sinto um ódio... E ódio é um sentimento que atrai, pois é forte e dinâmico. Vai me balançando por dentro. Me dá uma sede de justiça incrível. É como se quisesse desmascarar as falsidades e maldades e quisesse fazer justiça de alguma maneira. Ah! Mas o ódio não é um bom sentimento e o que devo pedir a essas pessoas é melhora e maior compreensão e até o entendimento de quem elas sejam para a mudança.
Sou um dínamo, por isso os sentimentos mais marcantes e quentes me colocam em ebulição. Vou tentar neutralizar essas urucas brabas e prestar atenção só das coisas boas e me embeber delas e fazer uma puta de uma festa! Isso sim, colocar pra fora o fogo imenso das paixões e das certezas e contagiar todo o mundo com coisas boas.
"Eu, bandoleiro, no meu cavalo alado". Meu cavalo de fogo sou eu! Sai de ré seus azarentos, invejosos, fofoqueiros, mentirosos, falsos, maus, vou botar brasa!!
Prêmio Shell

Ida, você estava lá, muita gente pode não ter te visto, mas a sua energia estava lá.
Beijos
SER * NÃO SER

terça-feira, 10 de março de 2009
VIVER



Isso é que deveria ser humor negro. Deveria poder existir apenas em histórias, mas nunca na vida real. Um planeta com uma natureza tão rica, gente passa fome. Um mundo tão populoso, gente passa por solidão e ninguém vê que há maus tratos em pessoas indefesas.
CATAVENTO

segunda-feira, 9 de março de 2009
Milagres Acontecem Por Aí

domingo, 8 de março de 2009
A CASA ONDE MORA A LUA

"O trem aos pedaços e embalando mil pessoas humildes. Lá se vende tudo, da lâmina de barbear até sapatos. Estão sentados e da meia janela dos corredores avistam um cenário muito diferente da Zona Sul e do Centro da cidade. No começo, bairros suburbanos com uma população em grande massa em travessias pelas ruas e pelas passarelas. Gente com cara de muito trabalho, cansadas, esgotadas, sofridas. Bill ultrapassa a carne delas e via almas em apuros. Almas cansadas, esgotadas. Muito trabalho por nada. Por um salário. Por uma vida igual todos os dias. Por um prato de arroz e feijão. Pela criação de uma ninhada de filhos. Final de semana uma cervejinha para animar, pagode e churrasquinho. Aleluia a formatura de um filho, sacrifício para uma festa de quinze anos e um casamento de vez em quando para reunir a família e comer salgadinhos sem pagar. Essas pessoas continuam por toda a jornada pela janela do trem. Mas chegando próximo à Baixada Fluminense, vão perdendo os prédios e construindo casas, cemitérios e mercearias. Como se fosse mesmo cidades do interior. Mas não cidades turísticas; cidades tristes. As pessoas mesmo com vida sacrificada, são guerreiras e carregam uma alegria instantânea como forma de afirmarem sua existência. Mesmo com vida sacrificada, nunca renegam (ou por isso nunca renegam) a magnitude de reunir pessoas em prol do preenchimento de seus vácuos com a presença única do encontro, do prazer desinteressado de conviver. Casas humildes com um pedaço de quintal, rádio às alturas, uma caixa de cerveja, três quilos de maminha de alcatra e seja bem vindo quem chegar. Ulalá, uma tarde para se esquecer da vida."
O Homem Cavalo: o grito perdido no meio dos conflitos!






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