sexta-feira, 28 de maio de 2010

Encontros Musicais com Marcel Gottlieb




P R O G R A M A Ç Õ E S D E S T A P R O M O Ç Ã O:

"Pilares da Bossa Nova – Tom, Vinicius, Nara e outros - MPB"
Dia 21 de junho, segunda às 16 e 19:30 h

"20 x Beethoven – Música Classica"
Dia 5 de julho, segunda às 16 e 19:30 h

"La Bohème, com Anna Netrebko Rolando Villazón – Ópera completa"
Dia 17 de julho, sábado às 9h e 14h

"Musicas que marcaram a história do milênio (1000 a 2000) – Música Classica”
(o mesmo feito na “Casa do Saber” – Lagoa)
Dia 17 de julho, sábado às 12 horas

"Beatles, a história do fenômeno – Rock”
Dia 19 de julho, segunda às 16 e 19:30 h

"La Traviata, com Netrebko, Villazón e Hampson, em Salzburg – Ópera completa"
Dia 24 de julho, sábado às 9h e 13h

"Uma Viagem pelo Universo da Ópera" (o mesmo feito na “Casa do Saber” – Lagoa)
Dia 26 de julho, segunda às 16 e 19:30 h

"Gershwin, um exemplo americano - Jazz"
Dia 2 de agosto, segunda às 16 e 19:30 h

"Argentina, música e vinho artesanais, dignos de primeiro mundo (vinhos DOLIUM)"
(esta programação tem preço especial de R$80,00 – com desconto de 50% – R$40,00)
Dia 9 de agosto, segunda-feira às 16h e 19h30min

Valor de R$ 40,00 por R$20,00 (50% de desconto nesta promoção) – por palestra, para todas elas com exceção da última (Argentina).


Local: Rua Venâncio Flores, 305 / 2 andar (auditório) – Leblon - RJ
esquina com Av. Ataulfo de Paiva, no Leblon, Rio/RJ) Estacionamento no local.
Reservas e informações: com Ana: 9965-4543 ou Jorge: 9522-6471
marcel@lingerio.com.br ou musicativa.rj@gmail.com.br

A CASA ONDE MORA A LUA - O RETORNO


Novamente teremos essa deliciosa performance no Rio de Janeiro.
Acontecerá em Julho ou Agosto. Estamos definindo datas.
Mas o local está certo: Espaço Imaginarium - Café da Lapa.
Mas quero vocês lá!

Leitura Dramatizada





Dia 10 de junho, quinta, 21h.
Casa da Gávea - Praça Santos Dumont, 116 - Gávea

Leitura de textos curtos, esquete, e um deles será meu.

Renata Mizrahi







31/05 Novos Autores
“Os Sapos”
Texto : Renata Mizhari
Direção: Inez Viana
Elenco: Gisela de Castro, Paula Sandroni, Morena Cattoni, Otto Jr e Paulo Hamilton
Direção Musical: Marcelo Alonso Neves

Praça Santos Dumont, 116 - Gávea
Na Casa da Gávea

sexta-feira, 21 de maio de 2010

O avesso do contrário

FASE: Prosas - Crônicas - Poesias - Ideais - Conceitos

Passou um tempo onde eu pensava que não seria mais feliz. Perdi meu tempo pensando nisso e obviamente não poderia ser mesmo feliz pensando que não seria mais feliz. Um querer dentro do outro. Uma certeza dentro da outra. Um(a) puxando de dentro para fora. O(A)outro(a) de fora para dentro. E por que o O é antes do A? As damas não vão na frente?

Continua...


sábado, 15 de maio de 2010

AMOR DEMAIS




MINHA MAIS NOVA PEÇA.
ASSIM, EU TERMINO O MEU CICLO RELAÇÃO POR DENTRO DOS ÂMBITOS FAMILIARES.

Janta-ME


Peça concluída e em fase de produção.

Janta-ME
Alexandre Pires
A peça tem o cunho em debater a liberdade. A liberdade do ser dependerá do esforço do encontro do sujeito com o absoluto nada. O sexo será outro tema em questão, que pode ser um dos agentes de transformação de um sujeito, pois o sexo é a união de Deus com o pensamento com o sentimento e com os sentidos e através do desejo há a possibilidade de chegar a esse nada. Nada não significa vazio, pois vazio é o contrário de completo ou parcialmente preenchido. O nada é o impensado. Quando o sujeito for apenas pensamento, livre de todos os atributos materiais e sentimentais será ele apenas essa massa fluindo em si mesmo, somente assim ele encontrará o caminho para que todos os seus pensamentos sejam o suficiente para ele ser totalmente livre. Deus cria o homem para ser pensamento. O nada ele não alcançará, pois só quem conhece o nada é Deus. Mas esse estado de pensamento é a sua liberdade, pois estará na sua essência mais verdadeira, que é em pensamento, e sendo parte integral do todo criado. O homem em estado primário e divino, interagindo com as demais essências naturais, que sempre se permaneceram primárias, pois nunca pensaram. Fora desse estado ele nunca encontrará a liberdade plena. Se for essa mesma a necessidade de se instalar nesse estado para estar em liberdade plena, pois do contrário, e esse é um dilema, estar vivo e ter consciência de nossos poderes corporais e criarmos dependências de vários tipos de desejo também é um forma de pensarmos em liberdade, pois é o estado do não pensar. A questão é que para se ter liberdade plena precisa ter consciência disso. O não pensar não é liberdade plena, é uma liberdade falsa, mas o sujeito atinge uma pseudo-sensação de liberdade, não pelo estado do pensamento, mas pelo estado sensorial.
A história de Sergio percorre a história da humanidade, onde o ser masculino influi na vida do mundo, e em muitas civilizações, no próprio Deus. A masculinidade nasce e é estabelecida e mantida pelas mãos das mães. Mas enquanto mulheres estarão alinhadas nessa mesma direção ou serão contrárias, mas dificilmente encontrarão uma forma de se isentarem do homem por completo. A liberdade da mulher dificilmente será praticada. Ela até conseguirá, se atingir conscientemente esse nada.

Alice no País das Maravilhas




Estava esperando esse filme com olhos tão curiosos, pois me imaginava penetrar nesse imerso mundo da fantasia, do qual sou um personagem constante. Mas me decepcionou um pouco. Sim, tiveram os efeitos, mas foi um filme muito frio. Pouco me lembrei dele quando saí da sala de cinema 3D. Quem arrebatou foi a rainha de copas, aliás os personagens do mal são sempre interessantes. O coelho não teve a repercussão necessária nem o gato. O chapeleiro louco também não, a não ser nas chamadas do filme. Acho o resultado final insatisfatório. Pena, é uma história fantástica!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Gypsy - O Musical
















Bem, creio ser incontestável o talento dessa dupla que mudou o cenário teatral do Rio de Janeiro, principalmente, Claudio Botelho e Charles Moeller. Os espetáculos apresentados por eles são de qualidade internacional, porém aquele "negócio" que só os brasileiros têm, que é uma espécie de mistura de força de querer fazer bem, com luz divina e muito tesão com direito a gargalhadas e boas cervejas, ou seja tudo muito perfeito.

O meu preferido musical deles até hoje é 7 - O Musical. Noviça Rebelde é um mimo para mim (tenho todas as músicas no meu celular). Gypsy?

Assisti ao ensaio aberto no dia 16 de abril. Ora, deveria ser um ensaio praticamente sem qualquer tipo de deslize, afinal uma grande produção. Não houve deslize? Sim, houve, mas nada que não pudesse passar sem afetar o todo, e olha que eu sou hiper crítico e chato. Se eu vou assistir a um filme no cinema e consigo ver o microfone no alto da tela, tchau, perdeu a credibilidade, e por aí vai.

O primeiro ato é mais frio. Totia se reservou mais ao cantar, embora com muito brilho. A passagem de tempo entre as meninas e meninos crianças para adultos foi algo surpreendente e o melhor, uma solução mais que simples e que funcionou muito bem, levando o público a aplaudir copiosamente.

O segundo ato marca o espetáculo como um grande momento teatral. Totia emociona até os cabelos que nem enxergamos. Está no auge de uma carreira brilhante e intocável. Parabéns, parabéns, parabéns. Esse ato é mais vibrante pela mudança de Louise para Gypsy Rose Lee, o que faz quebrar um ritmo de shows de variedades, familia que batalha seu lugar ao sol e uma mãe e mulher ativa. Quando nasce Gypsy, Mama Rose perde o controle, mas seu final a consagra uma estrela. Mas os sentimentos se partem nesse ato, dores são expostas e nada fica tão bonito de se ver. O sonho de criar uma estrela, embora atingido, as relações são mais realistas e distanciadas.

Volto a repetir, Totia brilha!

Adriana Garambone faz a sua parte, mas ainda não emociona. Creio que essa função se dará no decorrer da temporada.

Eduardo Galvão cantou mal, parecia estar com problemas de voz.

O restante do elenco faz adequadamente seus papéis.
Com destaque para André Torquato (Tulsa), que faz um show a parte, antes de fugir com a June (Renata Ricci);
como também Patricia Scott Bueno, a hilária secretária;
como também para a incrível (verdadeiramente levantou todas as cenas que participava e com certeza ficamos com vontade de vê-la muito mais, sensacional) Liane Maya.

Pontos que eu não gostei muito:
- A June menina, sei que é proposital a sua chatice, mas ela perde facilmente o riso, ficando com a boca quadrada, o que me fez acreditar numa baita forçação de se manter sorrindo enquanto dançava sem parar. Sei que é uma menina, mas...

- O americanismo demasiado. OK! Sei que não tem como fugir, o espetáculo é baseado num momento americano e uma ode ao americanos (show de variedades, CRUZES!!!). Mas isso é meu mesmo, mas não podia deixar de mencionar.


O espetáculo parece um filme americano. Às vezes, as próprias interpretações tinham traços de filmes americanos antigos.

Vejam. É preciso assistir.