
"Viver sem Tempos Mortos" é a grande simples peça que Fernanda Montenegro atua da maneira mais normalmente incrível que se possa fazer. Há pessoas que nascem com o ofício na veia. Ah, vai me dizer que não existe ligação com a ancestralidade toda essas pessoas tão especiais. Especiais como Simone. Especiais como Fernanda.
Logo após a peça, um debate com ela e uma socióloga, que é ótima, mas esqueci seu nome agora.
Também impedível foi o documentário Une Femme Actuelle de Dominique Gross. Mas não visse a peça antes, perderia alguns detalhes fundamentais, como o apelido de Simone, Castor.
Admiro mais Simone. Admiro ainda mais Fernanda.
Logo após a peça, um debate com ela e uma socióloga, que é ótima, mas esqueci seu nome agora.
Também impedível foi o documentário Une Femme Actuelle de Dominique Gross. Mas não visse a peça antes, perderia alguns detalhes fundamentais, como o apelido de Simone, Castor.
Admiro mais Simone. Admiro ainda mais Fernanda.
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